Filosofia da Arte Contemporânea

O curso visa analisar os diálogos entre o antigo e o moderno para a criação do que compreendemos como filosofia da arte na contemporaneidade. Deste modo, serão abordadas obras de teóricas e teóricos de períodos distintos para decifrar uma arte do nosso tempo.

Assim, temas como beleza, ícone e iconoclastia, abstração, estetização da política, mercado da arte e movimentos coloniais da filosofia da arte serão pautados. Para realizar tal abordagem divide-se o curso em módulos, com base em textos selecionados que serão disponibilizados durante o curso. As aulas prezam pelo diálogo sobre as obras entre a professora e os estudantes.

Módulo 1: Ressignificando o antigo: a querela entre a arte e a filosofia.

Analisam-se os movimentos de descredenciamento filosófico da arte a partir do filósofo Arthur Danto, buscando evidenciar as mudanças dos paradigmas antigos e modernos para compreender a arte na contemporaneidade. Assim, o diálogo acontecerá também com as obras de Platão, René Descartes e Georg Wilhelm Friedrich Hegel.

Módulo 2: A imagem – iconoclastia e os novos ícones contemporâneos.

Apresenta-se o conceito de ícone no período medieval e sua importância enquanto imagem mediadora entre os humanos e o transcendental para entender alguns movimentos de iconoclastia. Por fim, investigam-se os novos conceitos que surgiram a partir da Arte Moderna. As obras abordadas neste módulo serão de Alain Besançon, Anne Cauquelin e George Didi-Huberman.

Módulo 3: A desconstrução do belo diante novos regimes de visualidades.

Aborda-se o rompimento com a ideia de beleza realizado no início do século XX, perpassando pela fragmentação da imagem pelas vanguardas abstracionistas, os limites do figurativo, as tensões sobre a pintura e as novas linguagens artísticas. Para tal objetivo, utilizam-se obras de Arthur Danto, Hubert Damisch, Anne Cauquelin e Phillipe Dubois.

Módulo 4: Existe uma estética neutra?

Serão apresentados durante o módulo a relação entre arte e política com a finalidade de evidenciar o uso do termo “estética” para mascarar elementos historicamente reacionários e colonialistas. Utiliza-se obras de Boris Kossoy, Susan Sontag, Edward Said e Grada Kilomba.

Online
e ao vivo 
(em direto)

Data de início

15 de junho

Duração

1 mês
8 aulas
24 h/aula

Dia da semana

terças e quintas

Investimento

[BR] R$420
[PT]  €79

Horários

[BR] 15h às 18h
[PT]  19h às 22h

Crédito da imagem: Andrea Fraser. Museum Hightlights: A Gallery Talk (1989). Vídeo digital de canal único, transferido de fita U-Matic, cor, som, 29 min. © Andrea Fraser

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